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Transtornos neuropsiquiátricos · 4 min de leitura
Depressão: além da hipótese da serotonina
A ciência atual vê a depressão como um quadro multifatorial, envolvendo inflamação, estresse e plasticidade.
A ideia de que a depressão é só 'falta de serotonina' é uma simplificação. Antidepressivos alteram serotonina em horas, mas o efeito clínico leva semanas.
Modelos atuais envolvem eixo do estresse (HPA), inflamação, redução de fatores neurotróficos como o BDNF e alterações em redes cerebrais.
Isso ajuda a explicar a eficácia de abordagens diversas: psicoterapia, exercício, cetamina e estimulação cerebral.
